“Não sei, não vi, não ouvi”. Fuja de emboscadas!

Não dê abertura para comentários maldosos. Mude de assunto, saia da roda, dê seu jeito. Mas não propague energias ruins.

“Dar uma de boba.” É isso que faço quando ouço comentários negativos da vida alheia.

Semana passada estava em um determinado local. De repente, minha companhia começou a falar mal de um conhecido nosso. Para não parecer mal-educada, ouvi com atenção cada palavra negativa sobre esse conhecido, entretanto, não dei margem para discussão.

Após o desabafo, a mesma pediu minha opinião. Disse a ela que não tenho nada contra o tal “alvo”, porém, prefiro não opinar. Até porque não tenho nada a ver com isso.

É inevitável. Somos seres humanos, e vivemos uma vida social, no entanto, coisas que não são da nossa alçada devem caminhar distantes de nós.

Finjo-me de boba para não discutir assuntos irrelevantes, e isso é ótimo! “Não sei, não vi, não ouvi”. Palavrinhas como essas ajudam-me a fugir de verdadeiras emboscadas.

Aprenda que se falam mal de alguém para você, podem falar mal de você para alguém. Sim! Existem pessoas que sentem prazer em falar mal dos outros, pelo simples fato de sentirem-se bem com isso. Fuja de pessoas assim.

A gente não perde tempo numa prosa. A gente perde tempo se a prosa não for com alguém interessante. Conversas que não somam em nossa vida devem ser cortadas.

É preciso ter discernimento do que é bom ou não é. Nessas horas, a sensibilidade é primordial. Ela nos mostra com quem devemos gastar nossa energia e de quem devemos fugir.

Não dê abertura para comentários maldosos. Mude de assunto, saia da roda, dê seu jeito. Mas não propague energias ruins.

Procure selecionar suas companhias. E se você perceber que não há companhias saudáveis em certos ambientes, opte por sua própria companhia.

 


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