Comportamento

Para realizar sonho, mulher gasta todas as suas economias para ser mãe solo: “Não preciso de um parceiro”

Ela quis ser mãe solo por escolha e conta sua jornada com orgulho, amor e dedicação. Confira esse emocionante relato!



Aos 40 anos, tudo o que Michele Elizaga queria era se tornar mãe. Ela conta ao Love What Matters que nunca perdeu a esperança de se casar, mas à medida que se aproximava dos 40 anos, começou a se questionar se um dia conseguiria ter filhos.

Depois de muito pensar sobre o rumo que sua vida tomaria sendo uma mãe solo por escolha, o primeiro passo que deu foi procurar clínicas de fertilidade e marcar uma consulta.

Com todas as suas economias, Michele conseguiu comprar um frasco, pois era a quantia suficiente que tinha. O médico disse que a possibilidade de engravidar de primeira era apenas de 20%, mas ela não tinha como comprar mais.


Decidiu que apostaria todas as suas fichas e focou na chance que teria. Escolheu o doador que era mais semelhante fisicamente a ela e que parecia ser uma pessoa boa – era policial e serviu na Força Aérea.

Michele disse que seu médico queria que ela usasse um medicamento que estimulava sua produção de óvulos para aumentar a probabilidade de sucesso, mas se recusou. Realmente a sua fé estava forte o suficiente e não queria hormônios adicionais.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@micheleelizaga.

A inseminação foi um sucesso e, com menos de 10 minutos, Michelle já foi mandada para casa e realizar o teste assim que fosse decidido o dia. Como deu positivo, Michele agradeceu de joelhos por ter ficado grávida de primeira. Seu sonho estava apenas começando.


Agora grávida, vários desafios permeavam sua vida. Com 10 semanas, fez o teste de sexagem e depois de uns dias ligaram para ela pedindo que comparecesse ao consultório. Não deu bola para o que poderia ser, imaginou que seria mais uma conversa informal, já que sua gravidez foi planejada por fertilização, pensou que seria o protocolo. Por ter vencido todas as probabilidades, que eram negativas, Michele não tinha preocupação nenhuma se houvesse algo por trás dessa consulta.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@micheleelizaga.

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Ao esperar pelo médico, uma enfermeira veio em direção a Michele. Quando a mãe perguntou se estava tudo bem, a resposta foi negativa. Ali ela descobriu que seu bebê tinha síndrome de Down. Quando conseguiu parar de chorar, perguntou como poderiam ter certeza. A equipe médica disse que a chance era de 9/10 para a síndrome.

Seu filho é um menino e, segundo a enfermeira, já era um lutador, pois nesses casos, a gravidez é interrompida naturalmente depois de 12 semanas. Mas seu pequeno estava lá, firme e forte. Michele queria parto natural, mas por causa da frequência cardíaca do bebê, precisou enfrentar uma cesariana de emergência.

Matthew precisou ficar na UTI neonatal e depois passou por uma cirurgia. Durante esse desafio, Michele conta que um capelão a visitou e lhe disse palavras muito bonitas. Ela era uma mulher batalhadora e que merecia ter o melhor filho com o qual alguém poderia sonhar. Na verdade, Michele pensou que estava escolhendo ser mãe, mas ela que foi escolhida por uma criança pura e doce, que desde o início da vida percebeu o quanto seria amada.

Não é fácil para uma mulher ter a complexidade de ser mãe solo, mas Michele não se arrepende nem um minuto sequer. Ela provou a si mesma que não precisava de um parceiro para ser mãe. A alegria que o seu filho lhe traz parece um sonho. Mesmo que ele tenha limitações, seu amor é incondicional. Ela finaliza dizendo que Matthew foi o melhor presente que recebeu!


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