Comportamento

Professor pede que menino de 7 anos troque de roupa na frente dos colegas, e mãe se revolta

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O menino foi instruído a se despir para colocar a roupa para a prática de educação física, na frente de todos os colegas e do professor.



Encontrar uma escola onde os filhos possam se divertir livremente, aprender e ainda passar segurança para os pais é um desafio dos grandes.

É preciso sentir compromisso com a instituição, saber que ela sente necessidade de colocar as crianças em primeiro lugar, mesmo que isso implique em afastar profissionais e trabalhadores que não pactuem com a pedagogia adotada.

Em Glasgow, na Escócia, Gillian Lamarra revelou que ficou extremamente revoltada quando seu filho Dylan, de 7 anos, contou que o professor o havia instruído a trocar de roupa para a educação física na frente de toda a classe, inclusive dele. A mãe conta que o menino tinha entrado na instituição havia apenas uma semana e nem sequer conhecia direito seus colegas, o que o deixou ainda mais desconfortável.


Em entrevista ao The Sun, Gillian explica que Dylan sabe exatamente quais são os limites do outro e tem consciência do seu direito à privacidade sem se sentir constrangido por isso. A mãe ainda conta que o filho ficou abalado com aquela situação, tendo receio em enfrentar o professor, mas também constrangimento por trocar de roupa na frente de todos.

Gillian pediu uma consulta na Câmara Municipal de Glasgow, e uma porta-voz disse que eles estavam cientes da visita, confiantes de que ela tinha sido resolvida rapidamente. Mas a mãe conta que a única coisa que fizeram foi dar permissão a Dylan para que saia de sala para se trocar ou vá para a escola usando seu uniforme de educação física, o que não muda em nada a política da instituição.

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Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

Para a mãe, que pede que as crianças sejam respeitadas, as regras são obsoletas e colocam as crianças em situação de vulnerabilidade, já que não se sentem confortáveis o suficiente para enfrentar o professor, tido como autoridade. Em nota, a Câmara Municipal explicou que nem todas as crianças têm as mesmas habilidades motoras e de desenvolvimento, o que implica em que possam precisar da ajuda de um professor, incluindo na hora de trocar de roupa.


Na instituição, os funcionários disseram acreditar que tudo havia sido resolvido da melhor forma, já que permitem a Dylan escolher como prefere fazer. Eles ainda explicam que cada criança possui uma necessidade diferente e que os funcionários vão fazer de tudo para proteger, apoiar e diminuir essas necessidades.

Além de envergonhado, o menino ainda disse que tinha ficado muito chateado com toda a situação, principalmente porque não sabia como explicar para o professor que ele não se sentia confortável com aquilo. Em muitos momentos, as crianças não sabem explicar o que pensam, o que sentem nem externar seus sentimentos, isso porque estão em um processo natural de desenvolvimento, evolução e aprendizado.


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