Deus em mim…

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As pessoas me perguntam bastante sobre a minha religião, em como encontro Deus na minha vida.



Eu prefiro falar em espiritualidade do que em religião. Eu tive formação católica, hoje em dia eu não faço parte de nenhuma religião, mas às vezes frequento cultos, centros espíritas, igrejas católicas, leio muito sobre Budismo (mesmo sendo mais uma filosofia que uma religião), às vezes leio a Bíblia e qualquer outro caminho que me desperte Deus.

A minha verdade é que Deus está em tudo, em todas as coisas, Deus está dentro de mim e tudo isso que faço na minha vida, que inclusive compartilho com vocês aqui, é exatamente para estar cada vez mais conectado à ELE.

Como disse, estou aberta à diferentes religiões, mas o mais importante para mim é saber que o que todas elas buscam é Deus, independente de suas crenças e dogmas. E é exatamente o que faço na minha vida.


A minha forma de sentir Deus é cuidando de mim, é me conectando cada vez mais comigo mesma. E quanto mais faço isso, mais eu vou me libertando dos medos, das limitações e mais vou vivendo a minha essência. Costumo pensar mais ou menos assim, sabe aquela coisa de: quanto mais eu me curo, mais eu posso curar? Quanto mais eu me amo, mais capaz de amar eu sou? E com Deus é a mesma coisa. É desta forma que eu levo a minha vida, encontrando o Divino em mim e em todas as outras coisas da vida.

Eu tenho a minha rotina diária de orações e de conversa divina, esses são os momentos em que mais consigo me desconectar de tudo e estar presente naquele momento. Desde criança introduzo as minhas orações com 1 Pai Nosso e 3 Ave Maria, sugestão da minha avó materna que sempre nos fez desenvolver o lado espiritual. E depois disso, eu “solto o verbo”rs. Agradeço, agradeço e agradeço!= momento gratidão. E depois desapego daquilo que estou com dificuldade de lidar naquele momento, pedindo ajuda divina e me colocando à disposição para que eu seja um instrumento de Deus. Ao longo do dia eu me pego conversando com Deus muito informalmente, assim como as conversas que tenho com minhas irmãs e amigos. É uma companhia que tenho em tempo integral.

Todas as vezes que fecho os olhos para meditar, o que me proponho a fazer por trás de me focar no mantra, é dar as mãos para Deus e senti-lo mais presente possível em mim.


Quando eu sinto que estou resistente à alguma coisa que independe do meu controle ou da minha influência, eu trago para a minha consciência a verdade de que Deus detém o controle de tudo, e que se eu resisto à algo que não tenho o que fazer, isso só vai me trazer sofrimento. Então, deixo nas mãos de DELE, e quando desapego, sinto um alívio e uma leveza enormes.

Quando eu era adolescente, eu achava que eu deveria conversar com Deus, rezar, orar (o que fosse), mas de forma bastante formal. E eu encarava essa conversa como se fosse uma funcionária de uma empresa tentando passar para o chefe, no caso Deus, que eu merecia todo  aquele “aumento salarial” que eu estava pedindo. Nessa época eu achava que Deus era desconectado de mim, além de tentar personificá-lo. Na medida em que fui buscando evoluir, questionando o sentido da vida, lendo muito, fui descobrindo que Deus prá mim é o que relatei acima.

E eu fui percebendo que eu fui transformando os meus encontros com Deus em verdadeiros momentos de conforto, alegria e paz. E, consequentemente, a minha vida foi fazendo muito mais sentido!

E você, qual é a sua forma de se conectar com o seu DEUS?

“Buda não era Budista…
Cristo não era cristão…
Maomé não era muçulmano…
Eles eram mestres que nos ensinavam AMOR.
O AMOR era a religião de cada um deles.”

Dalai-Lama (1)

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Por: Renata Cappai – Via: Repage.com.br

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* Matéria atualizada em 03/12/2015 às 5:29






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