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Ao adotar 3 crianças brancas, mulher negra é confundida com babá dos próprios filhos!

Solteira e com 30 anos, Treka Engleman deu uma casa para três crianças e formou uma linda família, mesmo assim, ainda é vítima de preconceito racial!



O desejo de ser mãe vai além do que podemos imaginar. Pode acontecer cedo ou tardiamente, mas quem tem essa chama acesa no coração não mede esforços para conseguir essa grande realização na vida.

Mesmo com todas as dificuldades, uma adoção é fantástica para todos os envolvidos, tanto os pais adotivos quanto os filhos. É uma mudança muito grande, e para melhor! Vidas são transformadas com esse ato.

Treka Engleman é um grande exemplo. Sua infância não foi muito fácil, pois sua mãe faleceu quando ela tinha 6 anos. Mais tarde, ela cuidou de seus muitos sobrinhos, o que lhe despertou, ainda muito jovem, esse desejo de ser mãe adotiva.

Ela contou ao Love What Matters que cuidar de crianças a inspirou a ter uma família, então, decidiu pesquisar se poderia estar qualificada para ser mãe adotiva, pois não era casada nem possuía filhos, mas isso não era problema. Ela só deveria ter mais de 21 anos, o estado civil não importava.


Treka ligou, em 2016, para um orfanato e conseguiu todas as informações que podia. Fez vários meses de aulas e, ao fim do curso, ela deveria marcar quais seriam as suas preferências de adoção.

Ela disse que marcou afro-americano e caucasiano, pois a cor não importava para ela. Idade também não. Ao final desse processo, ela estava habilitada para ter até quatro filhos, e isso a deixou muito motivada. Um grande passo havia sido dado.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@nettiesbaby88.

No mesmo ano, ela recebeu um telefonema do serviço de adoção, dizendo que havia um bebê de apenas 5 dias, procurando uma família. Ela imediatamente o aceitou! O pequeno Elijah chegou no dia 8 de dezembro de 2016.


Em maio de 2017, recebeu outro telefonema sobre duas irmãs que precisavam de um lar. A mais nova, Alexis, chegou primeiro, sua irmã Mercedes havia se metido em alguns problemas e foi para outro lar, com mais jovens. Treka certificou-se de que elas tivessem contato sempre.

Elijah foi crescendo e Alexis sentia muita falta da irmã. A mãe então conversou com a assistente social e Mercedes passou a morar com eles! Enfim, a família estava completa! Treka diz que ama essas crianças e não vê cor, apenas crianças precisavam de um lar.

Mesmo com esse lindo gesto, Treka foi alvo de preconceito racial. Ela relatou que percebia os olhares das pessoas na rua, mas continuavam andando.

E várias lhe perguntavam se ela estava trabalhando como babá daquelas crianças. Ela sempre respondia que não, porque aqueles eram seus filhos. Ela concluiu dizendo que o amor não tem cor e, em sua casa, eles são amados incondicionalmente!

Direitos autorais: reprodução Instagram/@nettiesbaby88.

Em 2019, seu sobrenome passou a ser também de seus filhos, e a felicidade estava estampada no rosto de todos! Que lindo exemplo Treka é para nossa sociedade! É uma verdadeira mãe!

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