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Atriz Alexandra Richter relata que chegou a produzir leite quando adotou a filha: “Gravidez da alma”

Direitos autorais: reprodução Instagram/@alexandrarichteroficial.
3 Capa Atriz Alexandra Richter relata que chegou a produzir leite ao adotar filha Gravidez da alma

Ela falou sobre a emoção de ser mãe e como a maternidade ressignificou sua vida e carreira.

O amor materno nasce no coração de maneiras distintas. Não é preciso gerar para ser mãe. Muitas mulheres experimentam o amor incondicional no coração. Mesmo não podendo engravidar, o sentimento forte e contagiante inunda o coração e as torna mães por completo.

É uma dádiva muito gratificante ser mãe, não importa se o filho é biológico ou não. O amor é o mesmo, as preocupações são as mesmas, nada muda na rotina da mulher que se aceitou como mãe. Não são apenas os laços sanguíneos que unem as pessoas.

Temos belos exemplos de como a vida se torna mais colorida e aconchegante, quando o coração é preenchido por esse sentimento terno. Já falamos sobre a atriz Drica Moraes, que afirmou sobre o amor incondicional de ser mãe. Ela disse docemente que não há diferença entre filho biológico e adotivo, o amor se constrói no dia a dia”.

Carol Nakamura também experimenta a sensação incrível de ser mãe. Ela adotou um menino de 9 anos e declarou que agora conhece o “verdadeiro significado da palavra amor”. Para completar o time das atrizes agraciadas pela vida com crianças maravilhosas, a atriz Alexandra Richter, de 54 anos, afirmou o quanto ama a maternidade em um podcast feito por Renata Ceribelli.

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Eternizada nos filmes “Minha mãe é uma peça”, a personagem de Alexandra é Iesa, irmã de Dona Hermínia, brilhantemente interpretada por Paulo Gustavo. A atriz ficou muito conhecida pelo público com a participação nos três filmes e em várias novelas e programas da Rede Globo.

Ela emocionou ao falar sobre a maternidade e da emoção indescritível e transformadora quando adotou sua filha. Gabriela tinha apenas 3 anos quando foi adotada pela artista. Alexandra contou sua experiência, declarando que seu corpo sentiu mudanças com a adoção.

Ela relata que nunca se viu nessa vida sem ser mãe, e sabia que, de alguma forma, seu sonho seria realizado. Ela e o marido, em 1997, decidiram adotar a pequena garotinha e comunicaram para a família que seriam pais. Disse que foi uma decisão leve e lúcida.

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O processo foi feito com bastante cuidado e Alexandra o compara como uma gestação. Revelou que é uma gravidez da alma. A vontade de ser mãe era tanta, que ela chegou a produzir leite, e o próprio organismo provava para ela que ser mãe adotiva é tão legítimo quanto pelas vias naturais.

A única explicação médica para esse fato era a maternidade. Alexandra conclui que sempre foi mãe da sua filha, desde que ela chegou ao mundo. Os três anos em que ficaram separadas foram apenas “para amadurecer o encontro de almas”, finalizou.

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