Família

Depois de 18 abortos espontâneos, ela se torna mãe aos 48. Nunca desistiu do seu sonho!

O desejo dessa mulher era tão forte, que ela não desistiu de ser mãe, mesmo depois de quase duas décadas de perdas.



Aos 48 anos, Louise Warneford conseguiu realizar o seu maior sonho. Suas esperanças estavam se esgotando, mas ela nunca deixou de acreditar que um dia conseguiria.

Depois de 16 anos de perdas devastadoras, Louise deu à luz seu filho William, muito esperado por todos esses anos. Ela contou ao Today que, depois de tanto sofrimento, não permitia mais fotos quando estava grávida, porque imaginava que perderia e não queria ter aquela triste lembrança.

Cada vez que perdia seus filhos, Louise ia se sentindo mais arrasada. Todas as suas esperanças e sonhos desmoronavam junto com o seu mundo. Nunca foi fácil, relatou.


A perda de um filho no ventre é algo muito doloroso e cruel. São anos para que seja superada, imagine perder tantos, como aconteceu com Louise. A escritora estava esgotando todas as suas chances, e decidiu, junto com o marido Mark, de 59 anos, usarem um embrião de doador, como fizeram noutras vezes.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Louise Warneford.

Engravidar de forma natural e fertilização não estavam dando certo, mas um milagre aconteceu. Foi tão intenso esse período, que a mãe escreveu um livro contando as suas experiências, detalhando todo o seu processo de maternidade. Ela conta que estava prestes a desistir, quando um médico obstetra da Inglaterra a diagnosticou com células “natural killer” elevadas, o que possivelmente lhe provocava abortos.

Essas células fazem parte do sistema imunológico e ajudam o corpo no combate a infecções. Como a gravidez é um “corpo estranho” invadindo o metabolismo, elas atacam o que acham que são vírus ou bactérias, matando assim a gravidez.


Direitos autorais: reprodução Facebook/Louise Warneford.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Louise Warneford.

Depois que o médico viu que essas células de Louise eram em maior quantidade, ele a tratou com uma combinação de esteroides e anticoagulantes, o que salvou sua gravidez. Ela conseguiu dar à luz um menino saudável, com 37 semanas de gestação. Foi a primeira vez que ela ultrapassou o tempo de 14 semanas de gravidez.

Ela lembra que, quando William foi colocado no seu colo, foi como se tivesse ganhado na loteria, estava eufórica e todos os médicos e enfermeiras choravam, porque conheciam sua luta.


Direitos autorais: reprodução Facebook/Louise Warneford.

Nem sempre essas terapias dão o resultado esperado, mas Louise hoje pode respirar aliviada. Seu sonho se concretizou e ela relata que é importante manter a esperança. Se há uma possibilidade, mesmo que seja pequena, ela existe e pode acontecer. Conclui dizendo que seu filho é o seu maior milagre!

“Eu era a garota que ele não queria, então me tornei a mulher que ele não pode ter”

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