publicidade

Homem solteiro vira pai de bebê que morava sozinho em hospital. Um ato de amor!

Ele abandonou a carreira no serviço social para se tornar pai de Mia, uma linda garotinha que vivia sozinha em um hospital



Essa história nos leva a acreditar na bondade do ser humano. E esse valor não está ligado com cor, classe social ou relacionado à sexualidade. Uma pessoa é boa simplesmente pelo fato de ter nascido assim. Ver esse traço na personalidade de alguém é recompensador ao nosso coração, tão cansado de exemplos ruins que o mundo nos dá.

Pablo Fracchia é um homem de 37 anos que passou duas décadas ajudando vítimas de desastres e crises humanitárias. Seu altruísmo e bondade fez com que estudasse Serviço Social e passou a viajar para diversos lugares, apoiando e dando auxílio para pessoas e famílias desesperadas por causa de problemas causados por acidentes, que perderam tudo por catástrofes naturais. Ele procurava dar conforto em meio ao caos.

Havia se encontrado na profissão, mas decidiu largar tudo para ser pai de uma menininha de 1,10 ano. Ele conheceu a história de Mia e, ao saber que a pequena foi abandonada em um hospital, decidiu formar uma família com ela.

A menina, por causa de perfuração intestinal, logo no início de sua vida, ficou internada por um ano. Passou por cirurgias, mas recuperou-se sem o apoio da família biológica, que não tinha condições de cuidar dela.

Antes de conhecer Mia, Pablo já tinha o sonho de ser pai, mas existiam alguns entraves. Ele é ativista pela diversidade sexual, e sendo um homem gay, tinha ideia de como seria complicado entrar para listas de adoção e ser levado a sério. Infelizmente, o preconceito ainda é muito grande.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@pablitofracchia.

Ele contou ao Infobae que sempre teve o sonho de ser pai um dia, imaginava-se brincando com seus filhos num parque. Mas entendia os muitos obstáculos por conta de sua orientação sexual. Ele havia se separado de seu companheiro e pensou que isso dificultaria ainda mais a realização do desejo de ser pai.

Pablo sempre pensava em adoção, pois não importava se a criança não tivesse seu sangue, o que importava era o amor, o carinho e a formação de uma família pautada em valores que fariam bem aos dois. Inscreveu-se no juizado de família, mas por ser solteiro e homossexual, imaginou que ficaria por último em qualquer lista.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@pablitofracchia.

Esse pensamento de Pablo costuma ser muito comum, pelo fato de os gays sofrerem com zombaria e falta de respeito. São constantemente diminuídos só pelo fato de serem homossexuais. Por esse motivo, muitos não se assumem. Precisam se moldar para se encaixar na sociedade.

Inscrito no juizado, foram dois anos de extrema ansiedade. Ele disse que esperava algo que não sabia se daria certo nem quando poderia acontecer. Tirou uma lição disso tudo, contando que essa espera é necessária para tirar a idealização de muitos adotantes, que querem sempre uma criança recém-nascida, no padrão estético, bebês de revista.

É o tempo necessário para perceberem que o sistema abriga crianças mais velhas, com dificuldades, deficiências e história de vida bem difícil.

Quando houve a ligação para falar da pequena Mia, também foi informado a Pablo que quatro candidatos seriam entrevistados, todos héteros. Ele sentiu que tinha pouquíssima chance, mas manteve a esperança.

Contou que quando a conheceu, ela não andava nem falava. Um bebê que passou por um pós-operatório sozinho. Não acreditou, quando teve a confirmação da adoção. O juiz disse a ele que o escolheu, pois essa criança precisava de alguém que pudesse abraçá-la por completo.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@pablitofracchia.

Ele então disse que é isso que faz desde aquele dia: abraça-a com todo o seu amor. Agora ela anda, fala, dança e brinca. Mia encontrou uma família e pode descansar, porque há alguém que a protege, concluiu.

Pablo faz questão de compartilhar sua rotina junto com Mia nas redes sociais. O carinho e o amor são notáveis por parte dos dois!

Que esta história abra a mente de muitas pessoas que ainda pensam de forma desrespeitosa sobre a orientação sexual alheia. Quando o amor incondicional nasce dentro de um coração, não importa sua sexualidade.

O que achou desse caso?

Comente e compartilhe-o em suas redes sociais!

Baixe o aplicativo do site O Amor e acompanhe tudo de pertinho. Android ou IOS.

Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.