Família

Mulher que “adotou” temporariamente um bebê foi contratada como sua babá. O pai não quis separá-los

Foto: Reprodução
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A mulher, que cuidou da criança por um tempo, acabou ganhando um lugar em sua vida para sempre!

Julie Long tem uma família que realiza acolhimento familiar há quase uma década, e nesses anos já viveu diversas experiências com crianças que ficaram em sua casa até conseguir um lar para sempre. Dentre essas crianças, uma se destaca, é Braelyn, que marcou a vida dos acolhedores de maneira especial.

No acolhimento familiar, uma família fica com uma criança ou adolescente em risco social, até que sua situação seja resolvida e retorne para o lar de origem ou seja encontrada uma família adotiva.

Braelyn, logo nos primeiros dias de vida, ficou sob os cuidados de Julie e sua família até que tivesse um lugar definitivo para viver. No entanto, o que a mulher imaginou ser apenas uma relação temporária, foi o início de um vínculo por toda a vida.

De acordo com relato do portal Love What Matters, a conexão do menino com sua família “postiça” foi tão forte que, mesmo depois de não estar mais morando com eles, mantiveram uma relação bastante próxima.

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Direitos autorais: Reprodução Instagram / @juliealong00

O pai biológico do menino acabou por conseguir sua custódia total e perguntou se Julie poderia continuar tomando conta de Braelyn enquanto ele trabalhava, como uma babá, para que não se afastassem.

A mulher prontamente aceitou a sugestão, e desde então tem marcado presença na vida do menino. Julie disse que Braelyn a chama de “Mama Julie” e que mesmo não sendo sua mãe biológica, é a única que ele conhece. A mulher ainda contou que adorou fazer parte de todas as descobertas do pequeno.

Em seu Instagram, ela conta um pouco de sua relação com o menino.

Segundo a mulher, as pessoas que pensam em participar do acolhimento familiar temem o sentimento de “perda” quando a criança vai embora, e que ela mesma experimenta essa sensação, pontuando que seu coração fica “em pedaços” quando tem de se despedir das crianças, especialmente porque muitas acabam nem se lembrando dela.

Com Braelyn porém as coisas são diferentes. Apesar de confessar sentir certo receio quando sua função como “babá” do menino não for mais necessária, referindo-se à saudade, ela está muito feliz com o seu tempo com ele, e disse que o pai está fazendo um ótimo trabalho.

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Direitos autorais: Reprodução Instagram / @juliealong00

Com certeza, a experiência com o acolhimento familiar tem sido incrível para Julie e sua família. Abrir a casa e a vida para crianças e jovens incríveis, que merecem todo o amor e cuidado, é algo que transforma todos os envolvidos e nos mostra que devemos valorizar muito as pessoas que temos ao nosso lado todos os dias.

O pai de Braelyn também se mostrou consciente e com empatia elevada. Ao invés de simplesmente procurar outra pessoa para cuidar do menino enquanto ele trabalha, optou por deixá-lo com alguém que já o conhece bem e com quem o filho tem muita afinidade.

Com certeza, sua escolha colaborará muito para que o menino cresça num círculo de relacionamentos saudáveis e entenda que é amado e bem-cuidado, ainda que não tenha uma família “tradicional”.

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Direitos autorais: Reprodução Instagram / @juliealong00

Tanto o acolhimento familiar quanto a adoção são atos de amor que mudam a vida de crianças e adolescentes, oferecendo-lhes não apenas um teto, mas também a experiência de ter uma família e de conhecer o amor em sua forma mais pura. Que casos como este sejam comuns!

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