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Pais negros adotam 3 crianças brancas e declaram que famílias não precisam ser iguais

Capa Pais negros adotam 3 criancas brancas e declaram que familias nao precisam ser iguais

Tanto a mãe quanto o pai afirmaram que, mesmo que a cor da pele não combine, ninguém pode dizer que não são uma família!



Tierra Hill é uma mulher muito iluminada e abençoada. Ela e seu marido Patrick desde quando se conheceram, tinham o sonho de ter uma família numerosa. Esse desejo veio mais por parte dela, por ter crescido em um ambiente cheio, com 5 irmãos e já era acostumada a ter muitas pessoas ao redor.

Em 2009, começaram a pensar seriamente em ter filhos, mas ao ver tantos testes negativos, Tierra disse que pensou que não era da vontade de Deus que ela se tornasse mãe. Com isso, de 2011 a 2015 abandonou o assunto. Mas a vontade de ter uma família não saiu de seu coração.

Ela contou ao Love What Matters que consultou um especialista, mas todas as tentativas falharam. Foi aí que uma amiga dela a procurou e começou a conversar sobre adoção. No início, ela não achou a ideia incrível, por não ter informações e não sabia como funcionava o processo todo. Mas a frase de sua amiga a comoveu. Ela disse que o estado precisava de lares adotivos bons, pois muitas crianças estavam, naquele momento, dormindo em um quarto de hotel.


Ao final da conversa, Tierra foi convencida e estava plenamente empenhada em procurar um orfanato. Chamou a amiga mais uma vez para mostrar ao marido sobre todos os benefícios de adotarem crianças.

Ele conseguiu ter uma perspectiva melhor e juntos decidiram se inscrever no programa de treinamento.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/@ ourmatchedhearts.

Pouco tempo depois, receberam uma ligação sobre uma criança de 1,3 ano que entrou no sistema para adoção temporária. A assistente social, ao telefone, perguntou para Patrick se tinha algum problema de a menina ser branca. Sem hesitar, o marido de Tierra disse que a raça não era relevante, o que essa criança precisava era de um lar!


Com a aprovação, começaram a tomar as providências necessárias para recebê-la no dia seguinte. Mesmo com o nervosismo de pais de primeira viagem, eles embarcaram nessa empreitada. Assim que a pequena chegou, ela estava tão assustada, que só sabia chorar. E, segundo Tierra, ela chorou por quase 24 horas.

Tanto a mãe quanto o pai achavam que não estavam fazendo as coisas da maneira certa, mas ainda não entendiam muito bem o período de adaptação. Certo dia, Felicity começou a chamá-los de mamãe e papai, e sentiram que haviam tomado a decisão correta!

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A mãe biológica fazia visitas ao casal, porque, a princípio, era temporária a permanência de Felicity. Mas ela começou a aparecer bem menos, até que não voltou a visitá-los mais. A menina já estava com eles havia um ano e, cerca de seis meses antes de a criança ser adotada definitivamente, sua mãe quis a guarda de volta. Foi uma luta, mas ela acabou cedendo três dias antes de o caso ser levado a julgamento.


Após vários meses, Patrick e Tierra expandiram a licença para receber outra criança e, assim, um bebê de 5 dias, que nasceu exposto às drogas e estava no hospital, necessitaria de um lar e cuidados especiais, pois tinha uma sonda de alimentação e precisava de oxigênio. O casal, mais uma vez, não pensou duas vezes e aceitou o pequeno guerreiro.

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Quase o perderam. No hospital, foram visitá-lo e ele parou de respirar. Patrick fez manobra de reanimação para que Samuel voltasse a respirar. Graças a Deus deu tudo certo. Ficou 32 dias na UTI neonatal, mas depois teve alta, não precisando mais de tubo de alimentação ou oxigênio extra, relatou Tierra.

A mãe biológica de Samuel entrou em contato com a família, dizendo que estava grávida novamente. Após conversarem bastante, ficou decidido que ela cuidaria melhor da gestação e Tierra seria o lar, amor e apoio que essa nova criança teria.


Judah nasceu e quase foi adotado por outra família, mas o casal lutou bravamente por ele. O bom relacionamento de Tierra com a mãe biológica fez toda a diferença. Sete dias depois do nascimento, o irmão de Samuel era o terceiro filho adotivo do casal!

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Tierra se sente abençoada demais pois, mesmo infértil, o sonho de ser mãe foi realizado. Ela não imaginava que isso poderia acontecer e nunca tinha pensado que amaria tanto como agora.

Por fim, ela e Patrick dizem que a cor da pele pode não ser a mesma, mas ninguém pode falar que aquelas três crianças não são suas filhas. A raça não importa e as famílias não precisam ser iguais para existir.


Que relato poderoso! Que esse exemplo perdure por várias gerações!

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“Não há diferença entre filho biológico e adotivo, o amor se constrói no dia a dia”, relata Drica Moraes

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