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O que acontece na sua vida quando você para de se cobrar…

Algumas pessoas levam suas vidas como se tivessem assinado um contrato no exato momento em que nasceram. Levaram aquele tapinha do médico, choraram – pela primeira de tantas outras vezes – e, antes mesmo de abrirem os olhos para o mundo e para a vida cheia de possibilidades que lhes esperava, comprometeram-se a serem bonitos, corretos, admiráveis e bem-sucedidos.



Essas pessoas ficam a se cobrar vinte e quatro horas por dia. Precisam de um bom emprego, de uma boa aparência, uma relação invejável, dinheiro no banco e casa própria. Precisam saber, antes dos dezoito, o que querem fazer para o resto de suas vidas – e provar aos outros que podem numa prova de vestibular. Daí precisam terminar a faculdade, fazer mestrado, ter um bom inglês, casar e ter filhos. Só assim alguém, quem sabe, lhes dirá: “você venceu na vida!”

Essas pessoas precisam de tudo nos conformes, de um jeito que nem mesmo sabem se desejam realmente ou se o mundo lhes ensinou a desejar, e o pior: elas precisam pra já.

Elas não se dão um tempo pra respirar, pra escolher, pra decidir. Não espiam pelo buraco da fechadura de suas próprias almas o que, de fato, lhes fará felizes. Vão simplesmente se deixando conduzir por aquilo que esperam delas de uma maneira que, francamente, dá dó. Elas se cobram e se pagam, dia após dia, até que não lhes sobre um dia sequer.

O mundo moderno padece com milhares de almas amargas e mentes depressivas porque as pessoas se cobram antes mesmo de se compreenderem. São jogadas de supetão em um mundo competitivo e acabam entrando no jogo. Deixe eu te dar um conselho: não entra não. Se aquieta. Se dá um tempo. Se entenda primeiro e conversa com a tua alma até saber o que fazer. Temos todo o tempo do mundo, como diria Renato Russo.


O que eu quero dizer a essas pessoas é: vocês não precisam de nada disso. O conceito de sucesso do outro não precisa – e não deve – ser o seu. Você não precisa ser magra, ter uma pele sensacional, um emprego maravilhoso e um namorado dentro dos padrões. Menina, escute aqui: você não precisa correr na praia todas as manhãs pra ficar em forma, ou arranjar tempo pra ir ao cabeleireiro, ou parar de roer as unhas. Você não precisa casar e ter filhos pra ser uma mulher de verdade. Você não precisa escolher a sua profissão até que sinta, no fundo da sua alma, o que realmente quer fazer pelo resto de seus dias.

E, mais do que isto: está absolutamente permitido – sempre esteve – mudar de ideia. Mudar de ares, de casa, de emprego, de relacionamento, de cidade, de país. Tomar outro rumo.  Mudar quem você é – e porque não? Onde está escrito nos termos de uso da vida que suas decisões precisam ser eternas?


Quando você descobre que não precisa de nada disso que te disseram que precisava, compreende que ter sucesso é tomar as rédeas da sua vida até saber exatamente o que te fará escandalosamente feliz. E que você precisa, tão somente, se sentir bem em sua própria pele. Gostar de ser quem você é, mesmo que isto não faça o menor sentido para os outros – não estamos aqui para fazer sentido, mesmo.

Você se livra do martírio de corresponder às projeções alheias e enxerga a vida tal qual ela é: um livro em branco esperando pelas histórias que você quer escrever. Tantas quantas você puder imaginar. Você descobre que o mundo é grande demais pra permanecer no mesmo lugar e que ir atrás dos seus sonhos – aqueles que você sonhou de fato, e não aqueles que jogaram sobre seus ombros – é a única coisa que te faz se sentir viva de verdade.

Respire aliviada, moça. A sua única obrigação no mundo é ser feliz.

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Por: Nathali Macedo  – Via: Superela – (Superela é uma plataforma capaz de fazer as mulheres mais felizes, tudo de especial sobre Amor, Sexo, Vida, Beleza e Estilo! Mais textos incríveis em: Superela.com)

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