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Angélica cita menopausa “precoce” e diz que é mais segura com a maturidade: “Não troco meus 48 anos pelos meus 28”

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Aos 48 anos, Angélica é craque quando o assunto é sobre como lidar com a fama e o passar do tempo diante do público.

Uma habilidade construída ao longo da própria vida: a atriz e apresentadora está na telinha desde a infância. Mãe de três filhos (Joaquim, de 16 anos, Benício, de 14, e Eva, de 9) e mulher de Luciano Huck, de 50, ela diz que a maturidade traz mais leveza para sua vida. Vai além: afirma que a fase faz com que se dê mais valor para coisas realmente importantes, além de, em sua visão, amenizar até o ego do artista.

“Não importa um cabelo branco aqui ou uma ruga ali. São coisas naturais da vida de uma mulher. Eu não troco os meus 48 anos pelos meus 28 anos, por exemplo. Foi ótimo? Foi. Mas hoje me sinto segura, tenho uma família incrível, histórias para contar. Esses 20 anos me trouxeram aprendizados, conquistas, sofrimentos e alegrias”, diz ela em entrevista.

“Precisamos valorizar mais o aprendizado da pessoa mais velha. Eu aprendo muito com os jovens, meus filhos me ensinam, mas a sabedoria do mais velho é especial. A gente não pode deixar isso de lado.”

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Direitos Autorais: Reprodução.

Nem sempre foi assim. Angélica conta que, quando era mais jovem, foi bastante cobrada, especialmente em relação à aparência. Remontando o passado, julga que viveu da melhor maneira possível, mas não saiu ilesa: fez “muitas besteiras, como regimes malucos, dietas enlouquecedoras; era a doida da academia”.

“Não fiz plástica porque, na minha época, não tinha isso, não era normal uma adolescente se submeter a um procedimento. Mas se a tecnologia de hoje existisse, não sei se eu teria feito. Atualmente, tudo é muito pior. Por isso, eu agradeço à maturidade, pois, com ela, entendo meu corpo e minha pele de outra forma, algo bem difícil quando você é jovem”, opina.

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Na entrevista, Angélica destacou o período de sua menopausa. Para ela, é o período em que a mulher está “mais produtiva, empolgada com a vida e com vontade de trabalhar”. Isso tudo num momento em que os filhos estão mais crescidos e com bagagem de autoconhecimento maior. Considera que entrou nesse processo “precocemente”, quando tinha 43 anos.

“Chegou precocemente (a minha menopausa). Aos 43 anos, comecei a ter sinais, assim como a minha mãe e como a minha irmã. Alguns sintomas apareceram, mas fui levando, por falta de informação e por não querer tomar remédios. Demorei a entender a menopausa precoce e me cuidar, iniciar o tratamento de reposição hormonal. Essa lentidão eu considero um erro. A notícia da menopausa em si não foi ruim, aos 45 anos, mas os sintomas, como o calor, insônia e alteração de humor, foram. Estava mal informada”, admite Angélica, na entrevista.

Acrescenta que, na ocasião, procurou um médico, inteirou-se do que ocorria e iniciou o tratamento: “Entendi que a reposição (hormonal) não era adicionar nada ao corpo, mas controlar o que estava desregulado, comecei a cuidar efetivamente e tudo voltou ao normal”.

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