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Mãe e madrasta são levadas a delegacia após criança de 6 anos agredida ser internada em estado grave

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Criança teria sofrido violência depois de beber leite sem permissão. Entenda.



A Polícia Militar de Porto Real, no Sul Fluminense  foi acionada no último dia 19 de abril depois de uma menina de 6 anos dar entrada em estado grave no Hospital municipal São Francisco de Assis com sinais de espancamento, segundo informações do Extra.

A mãe e a madrasta da vítima, que mantêm um relacionamento, foram encontradas na casa onde vivem por policiais do 37º BPM (Resende) e encaminhadas à 100ª DP (Porto Real), onde o caso foi registrado.

De acordo com a polícia, ambas as mulheres são consideradas como “suspeitas das agressões”. A criança chegou ao hospital em uma ambulância, chamada pela mãe da madrasta da criança, que mora na mesma casa do que as suspeitas, na região mais perigosa da cidade de Porto Real.


Assim que deu entrada na unidade de saúde, a menina precisou ser intubada por conta da seriedade de seu caso, e deve ser transferida para outro hospital em Resende, cidade vizinha, assim que o seu quadro se estabilizar. O 37º BPM foi acionado porque uma guarnição da Guarda Municipal de Porto Real, que estava no hospital no momento, presenciou o quadro da criança.

A mulher que chamou o Samu informou à polícia que a menina já vinha sofrendo agressões dentro de casa desde a última sexta-feira. A violência que levou a menor ao hospital teria começado depois de ela ter bebido um copo de leite sem pedir autorização.

Em depoimento a 100ª DP, tanto a mãe da menina, quanto a sogra dela culparam a madrasta pelo episódio de espancamento.

Em seus relatos, a madrasta da menina demonstrava ciúmes do relacionamento da companheira com a filha desde que passaram a morar juntas, há cerca de 1 ano. Ainda foi informado que, em um dos momentos de violência, a suposta agressora dobrou um fio de televisão diversas vezes e começou a desferir golpes na enteada.


A madrasta, que já tem passagens pela polícia por lesão corporal, depois de ter agredido a própria mãe, que depôs contra ela, foi autuada em flagrante pelo crime de tortura, cuja punição é uma pena de 2 a 8 anos de prisão, podendo ser agravada em caso de lesões graves permanentes à vítima.

A mulher, assim como outras testemunhas da agressão, estão sendo ouvidas na delegacia, e os policiais ainda não descartaram a hipótese de que a mãe da criança e a mãe da madrasta possam responder criminalmente por omissão.

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