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“Mãe, vem pra casa”, diz Henry em videochamada depois de agressão enquanto mãe estava no salão

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Investigação aponta que menino ligou para a mãe e contou que foi agredido. Em súplica pediu que ela fosse para casa, mas Monique continuou no salão.



Com informações de O Globo, Henry Borel avisou a mãe que o padrasto o havia agredido, mas a mãe, Monique Medeiros da Costa e Silva, decidiu que conversaria pelo telefone com seu atual, o Dr. Jairinho e continuaria no salão de beleza.

Mais um desdobramento no caso do menino Henry está acontecendo. De acordo com investigação, ele ligou para a mãe por videochamada e contou que o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior o agrediu. Uma das profissionais do salão presenciou a ligação e relatou que a criança chorava e perguntava se ele a atrapalhava. Contou da briga que tiveram e pediu que ela voltasse para casa.

A atitude de Monique foi ter continuado no salão e ligou para o companheiro. Uma discussão iniciou e foi ficando mais acalorada, sendo ouvida por todos que estavam presentes. Aos berros, Monique repreendeu o comportamento de Jairo.


A cabeleireira prestou depoimento e contou justamente qual foi o motivo da ligação de Henry para a mãe. O pequeno de 4 anos disse claramente que “o tio” maneira que chamava Jairinho, tinha falado que ele atrapalhava sua mãe. Ela respondeu que isso não era verdade, que de forma alguma, seu filho a atrapalhava. Em seguida, Henry chora de forma mais manhosa e pede pra ela voltar para casa.

A cabeleireira disse que após a ligação, Monique ficou um pouco agitada e ao terminar de fazer as unhas, fez uma chamada telefônica, onde falou para Jairinho que nunca mais era para ele falar que seu filho a atrapalhava e que não era para mandar a babá embora, pois ela cuida muito bem do menino e não falou nada, foi o próprio Henry que contou à mãe que foi agredido.

Jairinho então fala algo para Monique, ela se exalta ainda mais e aos berros termina a videochamada. Apressou a profissional para que secasse sua franja porque precisava ir embora. Pagou pelos serviços e saiu.

Segundo relatos, a professora ainda esteve mais duas vezes no mesmo salão, inclusive no dia seguinte ao sepultamento de seu filho. A cabeleireira disse que só teve conhecimento de que a cliente que atendeu era mãe de Henry, depois, pelos comentários no salão.


Ela decidiu prestar depoimento e contar o que presenciou no dia 12 de fevereiro, alegando que poderia ser útil. Não teve coragem de noticiá-lo antes à polícia, por medo. As investigações ainda seguem para o desfecho do caso. Comente abaixo e compartilhe esse texto em suas redes sociais!

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