A proprietária e gestora de uma creche privada em Osasco, localizada na região metropolitana de São Paulo, enfrenta um pedido de prisão temporária após ser filmada agredindo um menino de dois anos.
O ato violento ocorreu em 29 de janeiro e veio à tona quando Ingrid Oliveira, uma ex-funcionária, gravou as agressões sofridas pela criança.
O que aconteceu?
Os vídeos mostram Marina Rodrigues de Lima, a diretora, batendo no rosto do pequeno após tentativas frustradas de fazer com que ele consumisse uma vitamina. Ela também é vista arrastando o garoto pela camisa e o segregando dos outros alunos.
Com a divulgação das imagens, a Polícia Civil iniciou uma investigação e Marina foi acusada de maus-tratos, lesão corporal e tortura.
Quando os agentes foram aos locais ligados a ela, Marina não foi localizada e agora é considerada foragida. As autoridades continuam as buscas para encontrá-la.
Como denunciar violência contra menores
Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie o quanto antes através do número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.
O mesmo número também recebe denúncias envolvendo idosos, mulheres, pessoas com deficiência, indivíduos em situação carcerária, a comunidade LGBT e moradores de rua. Além disso, aceita queixas de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.
Denúncias sobre maus-tratos e negligência a menores também podem ser feitas nos Conselhos Tutelares, nas Polícias Civil e Militar e no Ministério Público. Outras opções incluem o Disque 181, serviço estadual; e o Disque 156, serviço municipal.