Pessoas inspiradoras

Campeã olímpica de boxe, de 31 anos, trabalha como faxineira e ajuda pessoas carentes

A atleta irlandesa é medalhista de ouro e sua vida encanta tanto dentro quanto fora do esporte que pratica. É altruísta e promove boas ações por onde passa!



Existem pessoas inclinadas a fazer o bem, não importa o cargo que ocupem. São altruístas e benevolentes, sempre ajudando os que necessitam, e isso é uma virtude primorosa, principalmente nos dias atuais.

Amar o próximo significa doar-se sem esperar nada em troca. É ser capaz de se sacrificar pelo outro, para que todos tenham a chance de viver com dignidade. A ajuda de forma genuína resulta da empatia, melhorando o ambiente e proporcionando bem-estar para todos.

A prática de esportes ajuda muito na socialização, facilitando enxergar o outro lado, pois possibilita ganhar ou perder, ambas condições que precisam ser equilibradas na vida.


Quando a vitória chega para pessoas com traços de bondade, dá um gostinho a mais, como se o Universo estivesse retribuindo todo o bem que se propuseram a fazer. Foi o que aconteceu com a boxeadora Kellie Anne Harrington.

A atleta de 31 anos é uma lutadora irlandesa, que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Tóquio. Por trás do grande sucesso no esporte, ela mostrou haver uma pessoa sensível e extremamente bondosa.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@kelly_harrington14.

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Segundo informações da ESPN, Kellie trabalha meio-período em um hospital, como faxineira, para ajudar pessoas carentes, inclusive em duas semanas retornará, pois o hospital de Dublin a aguarda. Relatou que, embora seja uma campeã olímpica, esse título não a define como pessoa.

Afirmou bastante emocionada que faz esse tipo de trabalho porque gosta muito de ajudar as pessoas. Lembrou com carinho da sua equipe hospitalar, a qual com certeza fará alguma festa para ela no hospital, e levará sua medalha consigo.

Contou também que sempre teve apoio dos colegas atletas, mesmo estando fora de competições, e que os companheiros a levantaram diversas vezes, quando precisou.


A atleta declarou que no boxe, esporte do qual foi campeã mundial em 2018, existem altos e baixos, e o que a segura são os companheiros de equipe, dando um impulso e apoiando. Kellie mostrou que é uma lutadora tanto dentro quanto fora dos ringues e que seu desejo em ajudar as pessoas a faz ser uma mulher memorável. Com certeza, esse exemplo será perpetuado.

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