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Empresária venceu preconceito ao ser subestimada por ser mulher e negra. Hoje ela fatura milhões!

Priscila Santos nos dá um show de inspiração e prova que uma mulher decidida tem o poder de transformar sua vida para melhor. Conheça esta bela história!



Quanto mais conhecemos sobre casos de mulheres que deram a volta por cima e hoje são bem-sucedidas e vitoriosas, mais nos damos conta de que a força feminina é imbatível! O espaço que construímos não foi uma tarefa fácil, mas cá estamos, abrilhantando ainda mais este mundo!

A frase “você não vai conseguir” deixou de ter um peso limitante. Ela não aprisiona mais. Ela é motivo de impulso, porque sabemos que conseguimos, sim! A batalha é árdua, mas a recompensa é incrível!

Priscilla Santos tem 36 anos e é a protagonista dessa fascinante jornada. Ela abriu uma empresa de reboque considerada a mais importante do Rio de Janeiro! Com informações do UOL, a empresária conta que criou a empresa Rebocar, em 2008. Tornou-se a primeira empresária da família, e o ramo que escolheu geralmente é dominado por homens. Ela veio para provar que mulher pode fazer o que quiser e estar onde quiser!

Sua história de sucesso foi construída com muitos obstáculos e provações. Foi adotada na infância, logo no início de sua vida precisou lidar com várias situações difíceis. Ela mesma contou que isso não a fez desanimar, pelo contrário, deu-lhe força e determinação. Afirmou que não tem tempo ruim com ela, que chegou a inclusive dirigir muito reboque, levando até os filhos juntos, para não perder serviço.


Em 2020, sua empresa faturou R$ 9 milhões, com meta de crescer 45% em 2021! Também pensa na expansão do negócio para São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.

Não é muito comum ver uma mulher rebocando veículos, mas Priscila se orgulha muito disso, embora sua profissão a fizesse passar por maus bocados. Ao realizar negócios, ela conta que já chegou a ficar sozinha na sala porque os homens se recusavam a dialogar e negociar. Diziam que uma mulher não entende do ramo, que fala muito, ou seja, diminuíam e inferiorizavam-na.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@priscilasantos.

Priscila trabalha com reboque há 18 anos. Seria impossível que ela não entendesse do assunto, caso contrário, não teria dado certo. Relatou que abriu a empresa em sociedade com seu ex-marido e se mudaram para uma cidade do Espírito Santo, onde insistiu para que comprassem dois caminhões de reboque. Priscila buscou compreender como funcionava o mercado, pesquisando e procurando seguradoras para fazer parcerias antes de iniciar.


Uma de suas decepções foi descobrir que estava sendo traída pelo seu companheiro. Obviamente que o casamento e a sociedade acabaram imediatamente. Essa mulher se viu numa das piores situações, pois acreditava que tinha um casamento maravilhoso, uma empresa de sucesso e uma família perfeita. Tudo ruiu.

As disputas judiciais começaram e eles dividiram o negócio ao meio. Cada um ficou administrando a empresa nas cidades em que estavam atuando. Mas conflitos maiores surgiram e Priscila teve de se afastar. Ela precisou vender seu carro e joias para custear um advogado e recuperar sua empresa. Ao conseguir, viu que estava afundada em dívidas!

Mas uma mulher forte sabe bem como se levantar. E ela fez isso com elegância! Aos poucos, foi reorganizando as finanças e reergueu sua empresa. Contou que, nesse período, sofreu muito assédio de homens que a pressionavam e insistiam para que saísse com eles.

Como ela estava em Guarapari, resolveu se mudar para Vitória, também no Espírito Santo. E mais uma vez precisou se levantar e pedir a assistência de seguradoras.

Tomou uma decisão que foi conflitante para qualquer mulher e mãe: recebeu uma oportunidade para atuar no Rio de Janeiro. Foi aí que deixou seus filhos com o ex-marido e se mudou. Quase desistiu desse ramo, pois estar sozinha numa cidade grande foi muito complicado.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@priscilasantos.

E com muito esforço ela voltou a se consolidar. As pessoas a diminuíam no passado por ser mulher, por ser negra e atuar em uma profissão “dominada” por homens. Ela contou que constantemente minimizavam suas conquistas, dando a entender que sozinha não chegaria a lugar nenhum. Hoje ela compartilha mensagens motivacionais e conta com orgulho tudo o que já passou. É um exemplo de garra e superação, e acredita que sua missão é ajudar os outros.

O que achou desta bela história? Conhece uma mulher inspiradora assim?

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