Pessoas inspiradoras

“Ninguém deve ter o poder de te parar.” Atleta mãe de dois comemora seu retorno à ginástica artística

Mulher relata que se sente mais confiante e forte depois de se tornar mãe. A maternidade lhe deu forças para competir e retornar à ginástica.



É muito importante termos exemplos de mulheres que, após a maternidade, conseguem voltar para suas atividades. É confortante a ideia de que a mulher pode retomar sua vida normal, e ser mãe não a impede disso. Claro que há ressalvas e mudanças, mas a maternidade não deve ser vista como um fator de impedimento.

Chellsie Memmel se aposentou da ginástica artística profissional em 2012, depois de algumas lesões.

Nesse tempo, tornou-se mãe e viu que talvez seu sonho de voltar às competições poderia não acontecer por causa da rotina e dos comentários de pessoas à sua volta.


Ela concedeu entrevista ao Good Morning America e contou que está muito feliz por retornar. Disputou seu primeiro torneio de ginástica depois de nove anos longe do tablado. Sente que foi uma vitória, aos 32 anos, e um marco na sua vida pessoal e profissional poder voltar.

Ela já foi três vezes campeã mundial e redescobrir a paixão pela ginástica a fez ver um novo sentido na vida. A experiência foi tão compensadora, que ela passou a documentar sua jornada de volta aos campeonatos em suas redes sociais.

Ela relata que realmente ama competir e sentiu falta disso todos esses anos. Existem dias difíceis, mas são recompensados pelo esforço e dedicação.


No fim, é uma diversão e satisfatório superar os próprios limites, principalmente quando as pessoas dizem que deveria ter parado aos 24 anos ou até mesmo que não poderia mais voltar ao esporte porque se tornou mãe.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@cmemmel23.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@cmemmel23.


Ela conta que esse tipo de pensamento é completamente retrógrado e diminui a capacidade das mulheres.

Quando a atleta decidiu que gostaria de voltar, passou a treinar em casa e viralizou em suas redes. Afirmou que ser mãe a fez mais forte e decidida quanto aos seus objetivos, porque a ginástica não é mais o seu foco principal. Em primeiro lugar, ela é mãe e sua vida não gira mais em torno do esporte, mas o esforço e dedicação são mais compensadores.


Com a equipe dos Estados Unidos em Tóquio (Japão), Memmel será uma entre várias mães que ainda competem e é uma das poucas mulheres com mais de 30 anos que continuam na ginástica artística.

Para se ter uma ideia, em 2016, a mulher mais velha da equipe feminina dos Estados Unidos era 10 anos mais nova que Chellsie. Apenas uma russa de 41 anos chegou a competir nos Jogos Olímpicos.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@cmemmel23.


Para a atleta, ela gostaria de passar a mensagem de que todos podem voltar. Se perdeu a chance, esforce-se e lute para retornar, mesmo que seja apenas para se divertir. “Ninguém tem o poder de te parar”, finalizou.

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