5 lugares fora das rotas de turismo tradicionais para você considerar inserir na sua próxima viagem:

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No começo, você estranha: não está acostumado a ver estas cidades em seus guias turísticos, talvez elas nunca ganhem prêmios de melhores destinos do ano, quem sabe até você nem conheça ninguém que já tenha visitado alguma delas. Mas por isso mesmo, e por tudo o que têm para oferecer, elas são os tesouros mais bem guardados.



Para que repetir aquele destino onde todo mundo já foi, do qual você já viu tantas fotos no Instagram e no Facebook que até parece que já lá esteve mesmo que nunca tenha estado? Com um mundo grande e rico como esse, o erro é ficar parado ou se limitar ao trilho já percorrido.

Para te ajudar nessa tarefa, os Nômades Digitais dão 5 dicas para você tomar nota. São cidades conhecidas e procuradas, mas fora das rotas turísticas tradicionais. Dá uma olhada na lista abaixo:

1) Nairobi – Quênia

O Quênia tem tudo aquilo que você imagina quando pensa na África: a enorme savana, a vida selvagem, as pessoas quentes como o clima, as tradições e aquela sensação de beleza natural que o homem não estragou. A sua capital, Nairobi, vai mais longe e destaca-se pela bela arquitetura, misturando prédios antigos com construções novas e belamente iluminadas à noite.


Mais moderna do que o resto do país, a cidade oferece atividade cultural quanto baste e, por isso, você não deve perder os prédios da Oficina Central de Correios, da antiga Oficina do Comissionado Provincial, do Edifício ICEA, do Mausoléu Mzee Jomo Kenyatta, onde repousa o corpo do primeiro presidente do país, ou ainda do Centro Internacional de Conferências Kenyatta, um incrível arranha-céus de 28 andares.

Dê uma passada no African Heritage, no Museu Nacional do Quênia, com seus imponentes jardins e no Mercado da Cidade, onde você vai encontrar produtos típicos do país inteiro. Não deixe de conhecer a impressionante Avenida Kenyatta, a Catedral da Sagrada Família e as delícias da cozinha swahili, como o chapati e o ugali.

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2) Hangzhou – China

Esta cidade, localizada no sudeste da China, é conhecida como o “Céu na Terra”, o que já dá para ter uma ideia do que estamos falando. Capital da província chinesa de Zheijang e seu centro político, econômico e cultural, a cidade vai te deixar de queixo caído pela beleza natural, mas também não deixa de lado as heranças culturais.

A maior prova disso é mesmo o Lago do Oeste, que junta o cenário idílico a pagodes, jardins e construções históricas importantes, como o Templo do General Yue Fei ou de Lingyin, um importante marco budista. Quem visita a cidade também não pode perder o Museu Nacional do Chá, é claro. O melhor? O clima não é muito quente no verão, nem muito frio no inverno, o que significa que Hangzhou é um destino para todo o ano.

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3) Manila – Filipinas

Da China passamos para o Sudeste Asiático, um destino com muitos fãs, mas quase todos para os mesmos lugares: Tailândia, Laos, Camboja ou Vietnã são destinos tão falados que talvez o melhor seja fugir deles. Dica: as Filipinas. Entre praias, vulcões, arrozais ou vida selvagem, é difícil não existir nada do seu agrado.

Por isso, mesmo que depois queira fugir para uma das mais de 7 mil ilhas (não é engano, são mesmo milhares), dê uma oportunidade à capital, Manila, ou pelo menos comece lá seu roteiro. Não é o melhor destino para quem não gosta de multidões (a cidade é bem populosa), mas a agitação promete não te deixar cair no tédio. A capital tem cor, um clima de festa permanente, contagiante e a música pode surgir de qualquer lugar. A tentativa do governo de diminuir a poluição tem aumentado os espaços verdes, principalmente os jardins verticais em paredes de túneis e viadutos e os parques, como o imperdível Ayala Triangle Park.

Os mercados, principalmente ao fim de semana, são um bom motivo para sair cedo da cama. Os filipinos usam a palavra “dampa” (que, numa tradução livre, significa “mercado molhado”) e é fácil entender porquê: você entra num desses mercados – e existem vários em Manila -, pede o peixe acabado de pescar, escolhe de que forma quer que ele seja cozinhado e o vendedor cuida do resto, ali mesmo. Não se preocupe com o cheiro, com o fato de os “dampas” serem escuros e eventualmente úmidos. A ideia é essa.

Para o fim, deixamos o melhor das Filipinas: as pessoas. Impossível é não fazer amigos.

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4) Mascate – Omã

É uma das cidades mais antigas do Oriente Médio e, ao contrário de algumas vizinhas com problemas relacionados a guerras, Mascate preserva uma sensação de familiaridade, como se a capital fosse um enorme bairro onde todos falam “bom dia” e onde é possível sentir-se seguro.

Mascate é também perfeito para trilheiros e caminhantes: tal como todo o país, a capital é rica em montanhas, que preservam o melhor da natureza árabe. Por isso, os fortes de Al Jalali e Al Mirani aproveitam a posição privilegiada no topo da montanha para oferecer paisagens panorâmicas aos visitantes. De lá você poderá confirmar uma característica importante em Omã, a preservação. No entanto, também é possível encontrar os produtos mais modernos que existem, dada a riqueza do país, principalmente vinda do petróleo.

Para quem curte viajar com o estômago, humus, caftas, quibes e esfihas são impossíveis de perder.

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5) Zagreb – Croácia

A prova de que as cidades não se medem aos palmos, esta pequena capital na borda da Europa tem movimento, também sabe como mesclar o velho e o novo, é fashion (os designers e a moda da cidade são dos mais criativos do momento), artística e feita de vários sabores. O Museu de Arte Contemporânea, o maior de todo o país, acabou impulsionando a cena vanguardista de Zagreb, uma cidade que ainda apresenta traços da divisão que marcou o seu nascimento e séculos de disputas: de um lado Kaptol, na cidade baixa e onde estão os lugares mais emblemáticos, e do outro Gradec, onde o Museu Municipal de Zagreb é o melhor lugar para ficar a conhecer a história e a cultura da capital.

Quem vai a Zagreb não esquece os mercados ao ar livre, a cozinha caseira ou o comércio de rua, que vêm de influências como a muçulmana ou a húngara, os produtos artesanais que lhe dão um charme especial, os parques e jardins que enchem as ruas de verde e a arquitetura rica, do gótico ao barroco.

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Post Via: Nômades Digitais

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