Reflexão

“Filhos vêm com manual, sim. Mas para ler é preciso olhar nos olhos deles” (Daniel Becker)

O pediatra fez uma publicação bastante significativa em suas redes sociais sobre o papel dos pais na vida dos filhos.



Para a maioria dos pais, estabelecer um relacionamento saudável com os filhos, de compreensão e comunicação, pode ser um grande desafio.

Especialmente para aqueles que estão começando a formar a própria família e nunca tiveram que participar da criação de uma criança, muitas dúvidas podem surgir, mas compreender a maneira certa de criar os pequenos fará muita diferença na sua vida.

Muitas vezes, pela falta de experiência ou pelo medo de criar os seus filhos com muita permissividade, os pais podem criá-los com pouca intimidade e “amizade”, priorizando uma relação de autoridade e obediência, acreditando que isso levará os filhos a reconhecerem os limites desde cedo e a tornarem-se adultos mais responsáveis.


Apesar de a sua intenção ser positiva, a realidade nem sempre funciona a seu favor. A falta de proximidade emocional com as crianças pode surtir o efeito contrário ao esperado e acarretando diversos problemas de relacionamento e personalidade.

É fundamental que pais e mães compreendam a importância das demonstrações de cuidado e carinho na criação dos filhos.

Daniel Becker, pediatra do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um dos defensores dessa linha de pensamento e, recentemente, fez uma publicação bastante significativa acerca do tema em seu perfil no Instagram.

Na publicação, está uma imagem com uma citação própria, que diz: “Filhos vêm com manual, sim. Mas para ler, é preciso conviver, interagir, olhar nos olhos deles”. Na legenda que acompanha o post, Becker faz uma reflexão sobre a necessidade da proximidade entre pais e filhos.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@pediatriaintegralbr.

O pediatra afirma que a convivência dá origem à intimidade que, por sua vez, traz uma relação “que flui”, na qual nos comunicamos através de olhares e gestos, e nos sentimos “em casa”.

Ele ainda explica que, quando há intimidade, a educação se torna muito mais fácil e divertida, ressaltando que a falta dela torna os filhos “estranhos” para os pais, fazendo com que eles não saibam lidar com suas questões pessoais, impulsionando-os para a “permissividade excessiva ou o autoritarismo violento”.

Assim como em qualquer outro relacionamento, para que tenhamos uma convivência saudável e feliz com as crianças, precisamos estar dispostos a manter um canal de comunicação sempre aberto. O sucesso e a estabilidade emocional dos nossos filhos estão muito ligados a como guiamos a nossa relação com eles. Pense nisso!


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