Reflexão

O amor e o cuidado são os melhores presentes que um filho pode querer de um pai

É preciso ter responsabilidade para ser um bom pai e entender que a boa criação de um filho depende do amor incondicional da família.



Durante anos, a criação dos filhos foi vista como uma obrigação exclusiva das mães, um consenso que era reflexo da sociedade machista em que nossos pais e avós cresceram. Em meados dos anos de 1950, por exemplo, as mulheres eram “culpadas” pela sociedade e pelos próprios maridos por qualquer desobediência ou ato de rebeldia dos filhos.

Cabia aos homens apenas o dever de trabalhar para colocar o pão na mesa, sem nunca ter uma conversa franca com seus filhos. Mas, com o passar dos anos, felizmente, fomos percebendo o quanto esse tratamento em relação às mulheres era injusto.

O pai é tão responsável quanto a mãe pela criação dos filhos, ainda mais em uma sociedade que luta pela igualdade de direitos, salários e espaços entre homens e mulheres.


Não é dever só da mãe ir às reuniões escolares, levar o filho ao médico ou ensinar-lhe o que é certo ou o que é errado. Qualquer homem pode ter um filho, mas é preciso ter responsabilidade para ser um bom pai.

No mundo globalizado em que vivemos, onde tanto homens quanto mulheres precisam trabalhar para sustentar suas famílias, os homens devem aprender a dividir as tarefas domésticas com suas esposas, afinal elas também se cansam, têm dias difíceis e vulnerabilidades. Tanto um pai quanto uma mãe têm muitas lições a serem ensinadas aos seus filhos, daí a importância da participação ativa do casal.

Essa obrigação masculina não acaba com o fim de um relacionamento, por exemplo. Namoros, casamentos podem até acabar, mas a responsabilidade pelo cuidado com um filho nunca acaba, nem mesmo com a separação. É possível um pai estar presente, mesmo separado da mãe da criança, adolescente ou jovem. O que importa é a qualidade do tempo que ele disponibiliza para os seus filhos.

Falar com o filho todos os dias, por mensagens, perguntar-lhe como foi o seu dia, sair com ele aos finais de semana, brincar juntos também são formas de estar presente.


Aos padrastos também cabe essa função. É um equívoco tremendo achar que é desvantagem para uma criança crescer ao lado de pai que não tenha o mesmo laço sanguíneo que o dela.

Pai é quem cria e está presente nos momentos mais importantes na vida do filho, seja no jogo de futebol, para dar conselhos, quando o primeiro amor surgir, dar aquele “puxão de orelha”, quando ele for desobediente.

Pai é aquele que vibra de felicidade até com a mais simples conquistas do filho, como a primeira nota dez na prova ou o primeiro emprego. A atenção, o carinho e o cuidado são os melhores presentes que um filho pode querer de um pai, independente das circunstâncias.

O amor é algo que se ensina, tanto pela mãe quanto pelo pai, e ele nunca é demais!


 

Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.

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