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O vínculo entre uma mãe e seu filho é construído aos pouquinhos. Tudo bem, se não for imediato!

O maternar é diferente para cada mulher. O amor pelo filho é sentido de forma única, e pode levar certo tempo para florescer!



Sempre nos deparamos com pessoas que costumam dizer que “ser mãe é padecer no paraíso”. Sabemos, irrevogavelmente, que ser mãe é muito mais complexo que qualquer outra coisa. Também sabemos o quanto esse ofício é pesado.

São vários conjuntos de regras e padrões que dão a impressão de que, se não forem seguidos, a mulher não está no caminho certo. Isso faz com que muitas se culpem por coisas tão mínimas, e carregam esse fardo sozinhas.

Quando uma mulher se descobre mãe, são tantas transformações de corpo e mente, que nem sempre o sentimento vem à tona.

Algumas mulheres precisam de um tempo para que toda aquela magia e encantamento, de que sempre falam, comecem a aparecer.

Às vezes, o sentimento não vem forte e intenso. E isso é a causa de muita frustração por parte de mães que não enxergam uma saída. Acham que há algo muito errado, desesperam-se e, ao pedir ajuda, encontram na resposta um tom de julgamento ou estranheza.


O amor que você sente por seu filho é construído, não precisa ter medo, ele vem aos poucos, ou pode vir tudo de uma vez. Não é uma regra.

A construção e o vínculo começam aos poucos. É no toque, no respirar, na amamentação, é quando você acha um jeito de pegá-lo melhor no colo ou ele entendeu o ritmo das mamadas. Até mesmo nos momentos complicados, de muito choro, troca de fraldas e noites maldormidas. O amor se constrói a cada dia e a cada passo dado.


Tudo bem se sentir perdida e desconfortável logo no início. Você carregou um ser dentro de si por meses, e quando ele sai, é tudo diferente. O seu senso de proteção e alerta fica ligado o tempo todo, a ponto de você tirar um cochilo e achar que ouviu um choro, e percebe que aquele som está dentro da sua cabeça.

O cansaço chega, e é inevitável. Cuidar de uma criança recém-nascida não é fácil. Então, tudo bem que você fique desmotivada por alguns períodos, mas lembre-se: isso vai passar. Tudo bem, se há dias que você quer levantar a bandeira branca. Tudo bem, se num momento de birra de seu filho, você estiver exausta e não ser a mãe exemplar que nunca fica brava. A maternidade é difícil na prática.

Mas, ao mesmo tempo que você vê aquele pequeno ser humano dando os primeiros passos, falando, fazendo as coisas sozinho, você se dá conta do amor que depositou naquela criança, e o percebe no olhar reconfortante que ela lhe dá, depois de ser alimentada, depois de um banho ou num colo despretensioso.

O amor se fortalece em pequenos gestos, no dia a dia. Não precisa ser um acontecimento gigantesco, o amor é simples. Seu filho aprende a amar você da mesma forma que você aprende a amá-lo.

Até que os dois entendam esse sentimento tão valoroso, leva tempo.

Não se cobre tanto, a sociedade já faz muito bem esse papel. Não fique nervosa, se ainda não aprendeu a pegar corretamente seu bebê, se ele chora demais em seu colo e no da avó fica quietinho, não é uma péssima mãe por isso. Não se culpe por estar cansada demais e querer voltar no tempo às vezes. Essa angústia passa.

O amor materno é grandioso sim e arrebatador também, mas ele pode demorar um pouco para preencher seu coração. E isso não é mágica, é construção! Aceite que você é e será a melhor mãe que seu filho poderia ter!

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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