Reflexão

Parábola do relógio perdido: uma história que ensina sobre o poder do silêncio!

Capa Parabola do relogio perdido Uma historia que ensina sobre o poder do silencio

Faça esta poderosa leitura e entenda o real significado do silêncio e como ele pode transformar sua vida!



Vivemos em um mundo agitado e cheio de coisas novas. Todos os dias, somos bombardeados com conteúdos de diversos lugares, informações correndo a todo momento. A nossa rotina também é atribulada, com um milhão de coisas para fazer e o tempo vai ficando curto à medida que nos tornamos adultos.

A ansiedade é um grande mal do mundo moderno. As gerações estão precisando lidar com a velocidade da vida, que caminha acelerada, com o passar dos anos. As tecnologias melhoraram tudo à nossa volta, mas cobraram um preço alto.

Não estamos conseguindo desacelerar a nossa alma. Ela está inquieta, e uma alma impaciente não consegue ter paz.


Manter a serenidade é um desafio para aquietar os sentimentos e melhorar a saúde. Uma pessoa serena é uma pessoa saudável. Mas o que fazer para manter a calma perante toda a agitação que nos permeia?

O primeiro passo é olhar para si. Compreender o que o machuca, o que incomoda, o que o faz feliz é o ponto mais importante. Só a partir daí é possível ter forças para caminhar e resolver suas questões. E, para isso, precisamos do silêncio.

Convidamos você a refletir sobre essa parábola muito valiosa para os dias de hoje:

Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental.


Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.

Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para tentar, já que todos os outros não conseguiram. Por que não? Seria uma tentativa a mais.

Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro.

Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio na mão!


Todos ficaram espantados. Então o fazendeiro perguntou: “Como conseguiu encontrar?”

O menino respondeu: “Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão. No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.”

Quando você silencia sua mente, ela deixa de ficar confusa, dá entendimento para situações difíceis, norteia para o caminho do bem.

Só podemos ter certeza de nossos sentimentos quando tiramos um tempo para nós. Precisamos aprender a colocar o mundo no “mudo”, de vez em quando, e prestar mais atenção aos sinais que nosso corpo nos envia.


Medo, angústia, impaciência, estresse, desequilibram nossa trilha, tornam-nos pessoas sem brilho, cansadas, apagadas e sem vontade de viver. Isso adoece o corpo, a alma e o coração.

Não deixe situações ruins contaminarem o que você tem de mais belo dentro de si. Quando nos silenciamos, deixamos a vibração e a energia positiva entrarem, dando-nos fôlego e impulso para vencer as barreiras que nos são impostas.

Desacelerar é praticar o autorrespeito. O amor-próprio nasce dessa pequena semente. Vivemos em um mundo difícil mas, se estamos aqui, é por alguma razão.

E lembre-se: ser calmo não é ser omisso, muito menos preguiçoso. Já entendemos que a alma trabalha na quietude, mas isso não significa que viverá na lentidão. Existem rotinas que necessitam de rapidez, uma ativa movimentação.


A grande moral dessa parábola é justamente ter discernimento sobre quando é necessário se manter em silêncio.

Aquietar é diferente de parar por completo. Uma alma serena é uma alma feliz.

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