Reflexão

“Precisamos ensinar às crianças que mães perfeitas não existem.” São humanas, não robôs!

Capa Precisamos ensinar as criancas que maes perfeitas nao existem Sao humanas nao robos

Uma reflexão sobre esse tema visa justamente aliviar a carga tão pesada que toda mãe segura!



A maternidade é descrita por muitas mulheres como uma montanha-russa de sensações. Em pouco tempo, experimenta-se um misto de sentimentos que sobem e descem muito rapidamente.

Há momentos caóticos, que parecem não ter saída, e outros que são tão suaves e tranquilos, que passam a falsa sensação de que o maternar é a coisa mais fácil do mundo.

É importante ressaltar, principalmente para as crianças, que mães perfeitas não existem. Elas vão errar tentando acertar, serão constantemente julgadas e até colocadas na fogueira por certas atitudes. Mesmo com todo o sacrifício e esforço, elas estão longe da perfeição, e tudo bem as crianças saberem disso.


Uma mãe decidiu fazer um relato bem reflexivo sobre como é difícil ser analisada o tempo inteiro. Amy Bowser, uma norte-americana, contou ao Love What Matters a saga de todas em relação ao comportamento.

A criança de hoje é o adulto de amanhã, e crescer com o sentimento de que sua mãe é humana é a melhor forma de ajudá-la. Quando humanizamos uma mãe, damos a chance de ela respirar aliviada, pois a pressão e o peso da responsabilidade de criar filhos são absurdamente grandes.

Temos que lembrar que uma mãe não é ruim por gritar. Ela deve estar esgotada, perdeu a calma, mas não é uma pessoa ruim. Muitos não percebem a superpaciência das mães, só vão julgá-la pelo grito.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/@amyrochellebowser.


Encaixar qualquer pessoa no padrão da perfeição é viver fora da realidade. Uma criança pode entender quando a mãe prepara uma refeição rápida por estar cansada. Vai entender também quando ela passar horas cozinhando o jantar. Não é errado não sentir vontade de cozinhar algo superdifícil. Tudo bem poupar tempo com um almoço não tão elaborado. Isso não diminui o amor dela.

Quanto mais naturalizarmos que mães também podem errar, assim como qualquer outro ser humano, não significa que passaremos pano em atitudes erradas. É apenas um respiro para tantos dias de sufoco.

Não tem como medir o amor de mãe pelas coisas que ela faz ou deixa de fazer pelos filhos, cada uma carrega consigo o peso das ações. Quanto mais as mães ensinarem às crianças que não são perfeitas, a sociedade vai aos poucos enxergar que o padrão da perfeição é tóxico e machuca.

Talvez para alguns seja apenas a força da expressão, mas mães perfeitas não existem. Elas são maravilhosas e incríveis pelo conjunto da obra, por se dedicar e, às vezes, falhar, por gritar e ensinar valores, por estar no limite e mesmo assim não deixar faltar o sustento.


Elas são imperfeitas, mas são as melhores que poderíamos ter!

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