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Nem sempre é amor. Entenda a diferença entre apego, carência e dependência emocional!

Aprender a distinguir o amor de outros sentimentos é crucial para elevar nossas relações amorosas!



Muitas vezes, o que aprendemos como sendo amor nada mais é do que carência, apego, vulnerabilidade emocional. Dependendo do estado em que nos encontramos, acabamos vendo algo onde não existe, e acreditamos nisso com toda a nossa força.

Quanto mais nos agarramos à sensação de precisar ter alguém, mais estamos exercitando o medo. E ele não é bom, porque causa sofrimento. O amor genuíno não machuca, ele traz segurança, afago. Qualquer tipo de sentimento ruim não é amor e não está relacionado a ele.

Saber diferenciá-los fará com que nossa inteligência emocional aumente a todo instante, livrando-nos de relacionamentos ruins e fazendo-nos contemplar a felicidade, sem amarras. Acompanhe aqui alguns sinais que o ajudarão a diferenciar sentimentos que podem confundir você:

1. Sentir-se deprimido, sem a presença do outro

Aqui é um claro comportamento de apego. A outra pessoa não pode ser a sua reabilitação. Estar com ela tem que ser agradável, legal e leve. Estar longe dela, o máximo que você pode sentir é saudade, apenas. Colocar toda a sua felicidade na presença do outro não é e nunca foi saudável emocionalmente. Sentir vontade de ficar perto é uma coisa, parar toda a sua vida porque não está próximo e se sentir triste é outra, completamente diferente. Não confunda mais amor com apego. Um acalma, o outro destrói.



2. Medo excessivo de perder a pessoa 

Insegurança é inerente a todos nós, mas jamais deve governar as nossas atitudes ou os nossos pensamentos. Ninguém namora ou casa querendo terminar, mas saber que isso pode acontecer um dia não é pensar negativamente, e sim perceber que as coisas mudam, e é preciso estar preparado, se esse dia chegar. Trabalhar a autoconfiança é fundamental para se relacionar com alguém. O medo paralisa, não nos deixa viver em plenitude. Somos seres sociais, mas temos que aprender a viver sozinho para, a partir daí, somar e partilhar com o outro a nossa verdade.


3. Conformar-se com o que não gosta por não se achar suficiente

Existe um comportamento que se confunde muito com o amor, o conformismo. Quando você está carente, conforma-se com atitudes do outro que não lhe fazem bem, mas acaba justificando, achando que não conseguirá encontrar outra pessoa. Isso nunca será amor. Não se invalide pelo outro. Valorize-se mais. Todos têm qualidades, enxergue mais as suas.



4. Necessidade de agradar a todo custo

Quando você ultrapassa todas as suas vontades em prol do outro, isso não é ser benevolente ou altruísta, isso é uma característica fortíssima de dependência emocional. Praticar o amor-próprio não é defeito, e se você se anula para que o outro sempre tenha razão, isso não é um relacionamento saudável, muito menos amor. Se você tem medo de discordar, se se submete a situações que antes não aceitava, por medo de ser abandonado, suas relações estarão seriamente comprometidas com finais trágicos. Jamais entregue as suas responsabilidades de vida a outra pessoa. Isso não é amor, é carência.

O que achou dessas dicas? Conhece ou conviveu com alguém assim?

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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