Um sentimento profundo de pena e insatisfação me invade quando me deparo com pessoas pobres… Pessoas miseráveis, que possuem apenas dinheiro e status. Um carro do ano, um cargo de chefia (para poder exercer sua falsa sensação de superioridade), uma posição confortável na sociedade, uma casa equipada com suítes, piscina e quiosques. Uma vida regada a luxo, eventos, boas comidas e bebidas e tudo mais que o dinheiro pode comprar. Isso é bom? Com certeza. Fruto de seu trabalho, merecido deleito, em muitos casos, tal conquista levou anos para ser alcançada e deve sim ser celebrada com o melhor vinho ou champanhe.



O maior problema é quando a pobreza se instala no caráter dessas pessoas, a ignorância passa a ser o carro chefe de suas vidas causando-lhes um esquecimento brutal. O estrago é tamanho que esquecem de agradecer quem lhes serve, ignoram gentilezas, pisam no que ou em quem for que atravesse seu caminho, seja por proteção ou puro esporte. Para essas pessoas é divertido ter um certo poder de manipulação sobre as pessoas “menos favorecidas”.

É de cortar o coração ver pessoas cheias de vida deixando a arrogância as consumir dia após dia, ver pessoas em idade já avançada agirem com tamanha indiferença, deixando um legado digno de esquecimento aos seus descendentes. E assim seus filhos (ao menos na maioria), vão se tornando réplicas fiéis de pais cegos pelo poder.

Exemplos como esse nos levam a refletir a respeito do tempo que dedicamos na busca por ter ou parecer alguém de valor perante a sociedade. Pais cada vez mais distantes de seus filhos, famílias cada vez mais escassas, e o sentimento de vazio e fracasso cada vez mais constantes. O real valor do tempo é tão difícil de compreender, devido aos apelos desesperados da mídia e da sociedade, que geralmente aprendemos muito tarde. E essa demora no aprendizado custa muito caro, mais caro que as fortunas acumuladas, os bens adquiridos e as posições sociais alcançadas, pois trata-se de algo que o dinheiro não consegue reparar. O prejuízo é tamanho que suas almas se escondem no vazio de sua infelicidade.


Acredite amigo, a pior solidão é aquela que faz morada no íntimo de nosso ser. Aquela em que mesmo rodeados de ouro e prata, a ausência de vida e paz é insuportavelmente gritante e incansável, a bebida mais corrosiva que se pode provar: ácida e com o toque amargo do arrependimento.

E então, já se perguntou qual é sua maior riqueza?

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